Bello, mas quem és tu?

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A pergunta seria quem sou eu ou quem eu sou? Uma é simples e muitos podem responder, a outra talvez nem eu mesmo saiba.

Isso não existe...

Começo dizendo que vou ponderar demais para publicar essa postagem, já que talvez eu escreva alguma coisa ou outra forte demais. Enfim, me cansa a sensação de conformismo, aquele velho “as coisas boas acontecem para com os demais, e só me sobram desgraças”. Talvez me perturbe essa idéia, pelo fato de que eu sempre vi e vivi o contrário, quando todos diziam que não dava, eu, mesmo que não conseguisse tentava provar o contrário, para ter o prazer de mostrar que é possível. Mas o que mais me incomoda é que as oportunidades estão embaixo do nariz das pessoas e elas acham que não tem capacidade ou que não tem ‘sorte’, poxa vida, sorte não tem aqueles que não têm uma família, aqueles que a vida não dá oportunidades, conheço pessoas sem sorte, mas que ainda assim se empenham para melhorar.
Sinto que meu texto está bastante óbvio, mas é um desabafo, e me frustra a idéia de pensarem que tenho sorte, se dependesse dela, hoje teria muito menos que o pouco que tenho. Quantas situações já me deram vontade de desistir, mas pensei eu, se não consegui, ou foi por que ainda não era a hora ou por que não estava preparado.
Aaaaah, estou com aquela sensação forte de mandar todo mundo ir para o inferno, mas não adianta fazer isso, já que assim, o ambiente tende a piorar, e afinal de contas, conversando com pessoas posso me distrair e esquecer por alguns momentos que estou possesso. Para completar estou morrendo de sono, já que fiquei acordando de uma em uma hora com taquicardia, mas pode ser bom já que o sono pode me deixar mais tranqüilo para dormir pela noite e ir com a cabeça no lugar para a aula amanhã. Enfim chega ao fim esse meu momento egoísta, aonde precisava me encontrar comigo mesmo em palavras, tenho coisas mais importantes para fazer, mesmo que não esteja minimamente disposto em fazê-las.

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