Bello, mas quem és tu?

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A pergunta seria quem sou eu ou quem eu sou? Uma é simples e muitos podem responder, a outra talvez nem eu mesmo saiba.

Le cirque...

Uma vontade incontrolável que foi reprimida...
Um sorriso sincero, resguardado...
Uma orquestra que toca para a platéia vazia...

Uma lágrima única e solitária...
Quente e triste percorrendo as curvas de um rosto...
Mas em imaginação, pois essa lágrima ninguém deve ver e o teatro deve continuar!

Queria na verdade estar no circo, arrancando sorrisos, e não nesse velho calabouço mofado e imundo me divertindo com os sussurros das ratazanas...

Cabeça erguida, cabeça erguida... nunca se esqueça... viva pela arte, o teatro é uma arte... e o teatro não deve parar!

Acho que com base nessa reflexão algum homem ou mulher trocou o teatro pelo mais íntimo de seus desejos e disse sobre o teatro... “O circo não deve parar!”

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